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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Era de se esperar

Petrônio Alves Corrêa Filho é geógrafo e bacharel em Direito. Email: petroniorebuafo@hotmail.com

 
 
Quinta-feira (9), aconteceu mais uma rodada de negociações entre a FETEMS e o governo do estado. Como já esperávamos, o Sr. André Puccinelli ofereceu apenas o índice inflacionário, deixando de cumprir com o que tinha dito no debate realizado pela nossa federação, quando afirmou que aceitaria uma progressiva valorização salarial do magistério até chegar à implantação do piso nacional para 20 horas.

Reafirmamos a nossa preocupação com políticos (independente de partidos) que não gostam do funcionalismo público (na realidade, não gostam dos trabalhadores em geral, apenas necessitam dos seus votos). Isto porque, ao abandoná-los, estará provocando um atendimento de baixa qualidade ao povo mais humilde. Sem profissionais capazes e sem materiais e estrutura física, não há como implementar um trabalho de qualidade. Para que tenhamos aqueles profissionais, necessários ao atendimento da população, é preciso que eles sejam atraidos para o serviço público com bons salários e boas condições de trabalho. Com certeza, se nossos governantes e seus familiares dependessem do serviço público, dariam melhor tratamento aos seus servidores.

Quando criticamos tais posicionamentos, não é por mero partidarismo, mas sim por motivos de justiça e igualdade social. Acreditamos que todo o governo deve estar atento ao que o povo necessita. Com certeza, a educação é um dos gargalos que impedem o desenvolvimento mais igualitário do nosso país. Não é com "porrada" e nem com "indiferença" que se resolve os problemas de uma sociedade, mas sim, com diálogo e respeito. Merecemos sim, bem mais que governos autoritários!

Petrônio Alves Corrêa Filho é geógrafo e bacharel em Direito. Email: petroniorebuafo@hotmail.com

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